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2021 indica o desenvolvimento de ciclos iniciados anteriormente e apontam possíveis tendências de cenário para o ano.

Perspectivas Astrológicas para 2021: tendências para planejar sua carreira e negócio

O estudo astrológico nos possibilita analisar os ciclos de desenvolvimento econômico e social através da análise dos ciclos dos planetas e os ângulos que eles formam entre si no céu ao longo dos anos. Em 2020 tivemos inícios de ciclos importantes marcados pelo alinhamento entre planetas, sob o ponto de vista da Terra, o que chamamos na astrologia de conjunção. Dentre esses encontros planetários, destaco em 2020 a conjunção entre Saturno e Plutão e entre Júpiter e Plutão, ambos no signo de capricórnio, que deram início a ciclos que falam sobre questões econômicas, o mercado financeiro, o surgimento de doenças e epidemias, territorialidade e questões extremistas relacionadas ao poder e polarização, todos temas que vimos emergir de alguma forma ao longo do ano e que acompanharemos o desenvolvimento ao longo do tempo.

Em 2021 especificamente, não teremos novas conjunções, mas o desenvolvimento de ciclos iniciados anteriormente que nos indicam possíveis tendências de cenário para o ano que teremos pela frente e a possibilidade de planejar de forma antecipada como atuar no campo profissional, seja como colaborador ou empreendedor. De forma geral, teremos uma ênfase de eventos que colocam o planeta Urano em evidência, trazendo a necessidade de atualização tecnológica e de se desenvolver para atuar de forma mais colaborativa, seja com as pessoas no ambiente de trabalho ou mercado. Tudo isso em meio a uma tendência de crise econômica que costuma deixar o mercado ainda mais competitivo. A seguir, comentarei os principais aspectos dos ciclos e suas possíveis inclinações para 2021.

Recentemente no dia 21 de dezembro de 2020, tivemos a conjunção entre Júpiter e Saturno em Aquário e parte dos efeitos desse ciclo observaremos em 2021. Historicamente esse é um ciclo que costuma favorecer mais mercados consolidados do que novos e que a cautela para novos investimentos tende a se fazer necessária, pois há uma tendência econômica de lucros mais tímidos. Como exemplo, observamos a última conjunção que tivemos entre esses dois planetas em signo de ar em 1981 em Libra, década em que o Brasil enfrentou uma crise econômica conhecida como “a década perdida” pelo baixo crescimento e questões inflacionárias. Com isso, no geral podemos esperar um momento em que a cautela seja interessante, no sentido de manter os pés no chão e lidar de forma concreta com a realidade do mercado em que você está inserido. Porém, por esse novo ciclo ocorrer em aquário, essa cautela pode vir acompanhada de uma necessidade de nos atualizarmos para não ficarmos estagnados ou obsoletos e termos alguma chance competitiva dentro de um cenário de crise e das mudanças repentinas que o mercado tende a apresentar. E essa é uma perspectiva astrológica que vai de encontro com as mudanças que temos observado no mundo pós pandemia. Além disso, esse início de ciclo em Aquário pode trazer uma necessidade de atuação mais colaborativa no mercado, onde as questões de igualdade e menor centralização de poder estejam em pauta. Porém, na astrologia Aquário rege o capitalismo, portanto a inclinação é da busca ou surgimento de saídas mais igualitárias ainda dentro desse modelo econômico.

Outro evento que observaremos em 2021 é uma quadratura entre Saturno e Urano (um aspecto de tensão entre os planetas), um ciclo em desenvolvimento desde 1988 quando tivemos a última conjunção entre eles. Esse ciclo trata de temas como crises econômicas, desaceleração do crescimento, necessidade de desenvolvimento tecnológico para se atualizar e de novas formas de trabalho, além de “brigas” entre o velho e o novo, símbolos de Saturno e Urano. Para entender o que podemos esperar desse aspecto em 2021, podemos observar fatos relevantes que aconteceram nos momentos em que esses planetas estavam em ângulo, ou em aspecto, desde 1988. Em 1989 tivemos a criação do cruzado novo como tentativa de conter a inflação, entre 1999 e 2000, durante a primeira quadratura, observamos aumento da carga tributário, baixo crescimento do PIB, desvalorização do real, mas com rápida recuperação econômica entre 2000 e 2001, como um efeito da desvalorização da moeda. Já entre 2008 e 2009, durante a oposição (também um aspecto de tensão), observamos no Brasil uma queda na taxa de juros para estimular a economia e a inflação de demanda (aumento dos preços devido à alta procura). Com esse histórico, podemos esperar sim alguma contração econômica, porém, se a rápida recuperação que observamos na última quadratura se repetir, com chances de boa recuperação ao final de 2021, começo de 2022. Porém, é um aspecto que reforça a necessidade de atualização tanto profissional quanto nos negócios para não ficarmos obsoletos, principalmente sob o ponto de vista tecnológico e de inovações que o mercado tem trazido. Por isso, definitivamente resistir as mudanças, como a das atividades online, em 2021 não tende a ser um bom negócio.

O último aspecto que quero destacar aqui dos quais observaremos em 2021 é a quadratura entre Júpiter e Urano. Dentro os temas desse ciclo, ele trata de avanços tecnológicos, os mercados emergentes e a inflação. Na última conjunção (início do ciclo atual), entre 2010 e 2011, o Brasil apresentou o segundo maior crescimento econômico mundial e o maior desde 1986. Além disso, observamos o destaque para o mercado de compras coletivas, como o Groupon, o crescimento do mercado de tablets e a popularização dos smartphones, tanto a tecnologia quanto o mercado de compra coletiva têm relação com o planeta Urano. Já em 2013 e 2014, período da primeira quadratura entre os planetas, observamos no Brasil o aumento da taxa de juros, queda na concessão de crédito e novamente uma recessão no crescimento econômico. Em contrapartida, hoje o surgimento do Nubank, um conceito de banco totalmente online e disruptivo para o que víamos até então. Já na oposição entre 2016 e 2017, o Brasil apresentou uma retomada no crescimento após 2 anos de retração e, sob o ponto de vista tecnológico, houve um destaque com 4,5Bi de investimento em Cloud no Brasil (armazenamento de dados na nuvem). Se tivermos o mesmo comportamento da última quadratura, esse seria mais um aspecto confirmando a tendência a um cenário de baixo crescimento e crise econômica em 2021. Em contrapartida, tanto na quadratura quanto na oposição, observamos importantes momentos associados ao avanço tecnológico no país, reforçando também a necessidade de investimento em inovação e tecnologia. A exemplo do Groupon, poderíamos também esperar que direcionarmos esforços para mercados colaborativos sejam promissores.

Por João Bidu

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